Presidente da AICEP visita Digidelta

Dezembro 08, 2016

O presidente da AICEP Portugal Global, Miguel Frasquilho, foi conhecer in loco o trabalho desenvolvido pela Digidelta nas suas instalações em Torres Novas.

A inclusão da Digidelta receber a visita de Miguel Frasquilho durante n roadshow da AICEP Portugal Global surge numa altura em que depois de se afirmar no mercado grossista ibérico, pretende expandir-se e encontrar novos parceiros na Europa, na América e no Médio Oriente. Segundo Rui Leitão, CEO da Digidelta, esta busca tem sido “intensiva” e o apoio da AICEP, com a qual a Digidelta trabalha há cerca de ano e meio, vem ajudar a empresa a “atingir esses objetivos mais rapidamente”.

Durante a visita, o diretor executivo da Digidelta salientou que a presença da AICEP na unidade industrial onde o grupo investiu recentemente 8,5 milhões de euros permite mostrar o trabalho desenvolvido, através dos painéis digitais da marca própria NetScreen. De relembrar também a atuação no mercado da impressão digital através da produção de consumíveis da sua marca própria a Decal, e da representação em exclusivo, na península ibérica, da marca Mimaki, um dos principais fabricantes de impressoras de jato de tinta de grande formato e máquinas de corte.

Em Torres Novas, a comitiva da AICEP foi recebida por Rui Leitão, fundador e diretor executivo da Digidelta, Armando Mota, Business Development Manager, e Marco Fernandes, diretor financeiro.

Para Rui Leitão, conhecer o processo de fabrico é um passo importante que assegura uma divulgação de informação “mais precisa” aos potenciais parceiros internacionais. Um ponto de vista partilhado por Miguel Frasquilho, para quem o roadshow ajuda a perceber a motivação das empresas em (re) investir na economia nacional e a definir “como na esfera pública nos podemos tornar mais úteis e assim apoiar a atividade das empresas”.

A localização da Digidelta no interior do país, facto muitas vezes apontado como negativo para o crescimento e dinamismo empresarial, é desvalorizada por ambos. Para Rui Leitão, o “mercado de trabalho no interior é mais dedicado e mais seguro”, permitindo “otimizar” os custos associados à produção pois “ter uma fábrica em Lisboa custaria, no mínimo, uns 40% ou 50% mais”.

No entanto, existem casos em que é exigida maior proximidade com os clientes e essa está salvaguardada pelas instalações do grupo no Prior Velho, Santo Tirso e também em Espanha. O fundador do grupo com uma receita anual acima dos 35 milhões de euros salienta que “a empresa pode estar no interior e no mundo, adequando os seus serviços a cada condição” e com a ambição de “continuar a crescer”.

Miguel Frasquilho considera que a dicotomia interior/litoral “não se coloca” para a AICEP, cujo papel é “apoiar e trazer investimento para Portugal” e “nós tanto trabalhamos bem com municípios do interior, como com municípios do litoral”. Quem insiste nesta questão, diz, “está mal informado” e estabelecer uma parceria com a AICEP deve ser “uma opção” das empresas, dos agentes locais e das autarquias, independentemente da sua localização.

O recente reconhecimento da Digidelta pelo London Stock Exchange Group, proprietário da Bolsa de Valores  (bolsa de valores italiana) e da London Stock Exchange  (bolsa de valores de Londres), é destacado pelo presidente da AICEP. Segundo Miguel Frasquilho, o grupo empresarial já é uma “PME de referência internacional” e integrar a lista das 22 pequenas e médias empresas portuguesas no relatório 1000 Companies to Inspire Europe 2016 traduz a forma “bastante positiva” como a sua atividade tem vindo a crescer e o investimento realizado em “formação, tecnologia e inovação”.

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