As microfactories e a Mimaki TS55 estão na moda.

Outubro 28, 2020

Numa altura em que as casas de moda repensam o formato e a sazonalidade das coleções, o futuro da produção digital têxtil avizinha-se promissor para aqueles que querem lançar-se no mercado e os que procuram peças personalizadas. As microfactories chegaram e não precisam das passerelles para estarem sob os holofotes. Os processos são mais ágeis e sustentáveis e a TS55-1800 é um dos equipamentos Mimaki que se destacam no momento de imprimir.

A evolução da produção digital têxtil entrou numa nova era em que as peças são feitas à medida através de processos mais ágeis e sustentáveis. Boas notícias para os designers de moda e outros profissionais que querem integrar este mercado, para os consumidores que gostam de roupas e decorações únicas e para o planeta que aplaude um consumo mais ponderado e a redução do desperdício.

 

um novo conceito

microfactories

As mentalidades mudaram nos últimos anos e as grandes marcas começaram a partilhar a luz dos holofotes com as microfactories. Um conceito que têm como palavra de ordem a individualização e não se deixe enganar pela noção “micro” uma vez que pode ser adotado por empresas de todos os tamanhos, desde o pequeno atelier à unidade fabril.

A noção “micro” da palavra microfactories está associada ao formato das linhas de produção, compostas por recursos humanos mais especializados e recursos materiais mais avançados. A automação, digitalização e interconectividade dos equipamentos agiliza e rentabiliza todo o processo, tornando as microfactories como referência das “smart factories” que muitos associam à Indústria 4.0 (Quarta Revolução Industrial).

microfactories-mimaki-ts55-01

O modelo foi demonstrado em Frankfurt no ano passado durante a feira Texprocess e noutros eventos do setor (presenciais e online). São cinco etapas que distanciam a ideia da materialização, começando pela do design em que as amostras físicas dão lugar a modelos virtuais e simulações 3D. As novas peças de vestuário ganharam forma num curtíssimo espaço de tempo depois de passarem pelas fases de impressão, corte, costura e estamparia.

 

A customização

nas microfactories

O foco na customização do produto final pode tornar a produção em massa “démodé”? Não temos resposta para essa questão, contudo, os tempos são de mudança e muitos profissionais começam a questionar-se: “Responder ao mercado com quantidade ou qualidade? Qualidade, claro, mas… como?”.

A resposta está nas microfactories e a hipótese de produzir lotes mais pequenos ou peças “on-demand” com custos de produção baixos e poucos excedentes de materiais. Para quem quer lançar-se no mercado, esta possibilidade é um “must have” pois permite apresentar exclusividade criativa e acompanhamento personalizado sem preços exorbitantes.

Os detalhes fazem a diferença e a qualidade deixa de ser “alinhavada” à pressa, passando a “ponto reforçado” com a utilização de tecnologia topo de gama e tintas certificadas. Razões de peso que tornam “trendy” as microfactories e os equipamentos desenvolvidos pela Mimaki nos processos de revestimento, impressão, tratamento com vapor e lavagem.

A Mimaki com a resposta certa

para a indústria têxtil

A resposta tecnológica para as microfactories é completa e, na fase de impressão, a Mimaki TS55-1800 “enche as medidas” a diversos “estilos” de negócio. Para saber como marcar as tendências é preciso conhecê-la primeiro, por isso partilhamos dicas preciosas sobre esta impressora de sublimação têxtil.

Mimaki TS55-1800 Microfactories

A velocidade máxima atingida é de 135 m2/h e está dotada de um enrolador automático de papel após impressão com barra tensora, um secador externo que aumenta a capacidade de secagem em 30% e um sistema de suporte para rolos mini jumbo com 2500m. A altura das cabeças de impressão pode ser ajustada para utilização de papéis transfer mais finos e as impressões podem ter até 1,9m de largura.

As cores são um fator fundamental e as tintas SB610, alimentadas em bulks de 2 ou 10 litros por cor, diferenciam-se com preços competitivos, inúmeras configurações, densidade elevada, opções fluorescentes de amarelo e rosa, certificação de segurança OEKO-TEX no contacto dos tecidos com a pele, menos espessura e menor pulverização de tinta durante a transferência em calandra.

O equipamento também “molda” as microfactories com diversos sistemas que permitem suavizar as gradações de cores (Dot Variável), passar automaticamente de um frasco de tinta vazio para um cheio (UISS), detetar os injetores entupidos e substituí-los (NCU e NRS), reduzir o efeito de banding (MAPS4) e diminuir o número de limpezas das cabeças de impressão (Wiper).

Em suma, com a Mimaki TS55-1800 na linha de produção facilmente se marcam as tendências ao nível do vestuário, incluindo o desportivo, e a decoração. Primavera/verão, outono/inverno? Isso já não interessa. As microfactories chegaram e tudo aponta para que não sejam uma “moda passageira”.

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